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<title>Usotopico RSS Feed</title><link>http://www.raquelrenno.com/index.html</link><description>Hot News&#x21;</description><dc:language>en</dc:language><dc:creator>raquelrenno@gmail.com</dc:creator><dc:rights>Copyright 2009 Raquel Renn&#xf3;</dc:rights><dc:date>2011-03-29T18:59:17-02:00</dc:date><admin:generatorAgent rdf:resource="http://www.realmacsoftware.com/" />
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<lastBuildDate>Sun, 27 Sep 2009 15:38:07 -0200</lastBuildDate><item><title>Workshop Margin&#xe1;lia e Gambiologia no IAD-UFJF</title><dc:creator>raquelrenno@gmail.com</dc:creator><category>None</category><dc:date>2011-03-29T18:59:17-02:00</dc:date><link>http://www.raquelrenno.com/Usotopico/usotopico.php#unique-entry-id-14</link><guid isPermaLink="true">http://www.raquelrenno.com/Usotopico/usotopico.php#unique-entry-id-14</guid><content:encoded><![CDATA[Update: <a href="http://www.flickr.com/photos/marginalialab/5615674747/in/photostream" rel="self">fotos dos workshops Marginalia-Gambiologia no IAD da UFJF</a><br /><br />Dada a crescente presen&ccedil;a dos coletivos mineiros no cen&aacute;rio brasileiro e internacional em arte, ci&ecirc;ncia e tecnologia e a import&acirc;ncia de se criar conex&otilde;es e incentivar a produ&ccedil;&atilde;o de jovens artistas no estado de MG, o Margin&aacute;lia Lab em colabora&ccedil;&atilde;o com o Instituto de Artes e Design da UFJF prop&otilde;e a realiza&ccedil;&atilde;o dos workshops: &ldquo;Programa&ccedil;&atilde;o aplicada &agrave; experimenta&ccedil;&atilde;o visual (Processing)&ldquo; e &ldquo;Introdu&ccedil;&atilde;o aos Estudos Gambiol&oacute;gicos II&ldquo;, al&eacute;m da apresenta&ccedil;&atilde;o da v&iacute;deo-instala&ccedil;&atilde;o &ldquo;Es;Pro&rdquo;. <br /><br />Os artistas Felipe Turcheti e Vicente Pess&ocirc;a produziram &ldquo;Es;Pro&rdquo;, trabalho realizado no &acirc;mbito do Marginalia+Lab em 2009, que ficar&aacute; exposto e aberto &agrave; participa&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico durante todo o per&iacute;odo de realiza&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es do Marginalia+Lab no IAD da UFJF.<br />Espa&ccedil;o Processo &eacute; um sintetizador de formas tridimensionais. Partindo da intersec&ccedil;&atilde;o de formas planares e da modula&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;o s&atilde;o produzidas formas escult&oacute;ricas puras, materializ&aacute;veis ou n&atilde;o, que, devido &agrave; sua natureza amb&iacute;gua, comportam diversos significados. Estas formas podem ser acessadas pelo observador por meio de interfaces digitais planas, como a tela de um celular ou computador, ou ainda ser materializadas atrav&eacute;s de t&eacute;cnicas de prototipagem r&aacute;pida.<br /><br />Links:<br /><a href="http://www.felipeturcheti.com/espro/" rel="self">http://www.felipeturcheti.com/espro/</a><br /><a href="http://vicentepessoa.com/art/project/espacoprocesso/" rel="self">http://vicentepessoa.com/art/project/espacoprocesso/</a><br /><br />WORKSHOP: <br /><strong>Programa&ccedil;&atilde;o aplicada &agrave; experimenta&ccedil;&atilde;o visual (Processing)</strong><br /><br /><br />LOCAL, DIAS E HOR&Aacute;RIOS<br />5 a 8 de abril, das 18 &agrave;s 21:30 h &ndash; IAD<br /><br />INSCRI&Ccedil;&Otilde;ES<br />Interessados dever&atilde;o se inscrever no site <a href="http://www.marginalialab.com" rel="self">www.marginalialab.com</a>, at&eacute; a data-limite a ser definida. <br /><br />EMENTA<br />Como uma introdu&ccedil;&atilde;o ao universo da programa&ccedil;&atilde;o criativa, a oficina procura investigar o pensamento algor&iacute;timico existente no projeto de softwares que exploram a visualidade. Nesse contexto, ser&aacute; utilizada como suporte &agrave;s atividades propostas a linguagem e ambiente de desenvolvimento de c&oacute;digo aberto Processing.<br /><br /><br />Carga hor&aacute;ria: 15h<br /><br />PROFESSOR<br />Felipe Turcheti &eacute; designer, programador e atua na &aacute;rea de arte e tecnologia, tendo sido premiado no Festival Conex&otilde;es Tecnol&oacute;gicas do Instituto S&eacute;rgio Motta em 2010. Desde 2009 trabalha em conjunto com Vicente Pess&ocirc;a na s&eacute;rie Espa&ccedil;o;Processo, um sintetizador de formas tridimensionais a partir de imagens planares. Em 2010, desenvolveu o sistema de mapeamento visual de ondas sonoras e eletromagn&eacute;ticas do projeto Devorondina exposto no 5&deg; Vivo Arte.Mov.<br />http://felipeturcheti.com/<br /><br />P&Uacute;BLICO ALVO<br />Interessados em arte e tecnologia em geral, estudantes e profissionais de artes, design, arquitetura, computa&ccedil;&atilde;o, engenharias e &aacute;reas afins.<br /><br /><br />CONHECIMENTOS DESEJ&Aacute;VEIS<br />N&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio ter qualquer conhecimento de programa&ccedil;&atilde;o, mas os inscritos devem ter conhecimentos b&aacute;sicos de opera&ccedil;&atilde;o de computadores, edi&ccedil;&atilde;o de texto e de opera&ccedil;&otilde;es matem&aacute;ticas simples. Conhecimento de ingl&ecirc;s ser&aacute; necess&aacute;rio para a utiliza&ccedil;&atilde;o do material de refer&ecirc;ncia. <br /><br /><br />MATERIAL DO ALUNO<br />N&atilde;o &eacute; obrigat&oacute;rio, mas recomendamos aos que possuam que levem seus laptops, de qualquer plataforma (Linux, Mac ou Windows).<br /><br /><br /><br />WORKSHOP:<br /><strong>Introdu&ccedil;&atilde;o aos Estudos Gambiol&oacute;gicos </strong><br /><br /><br />LOCAL, DIAS E HOR&Aacute;RIOS<br />5 a 8 de abril, das 18 &agrave;s 21:30h<br /><br />INSCRI&Ccedil;&Otilde;ES<br />Interessados dever&atilde;o se inscrever no site <a href="http://www.marginalialab.com" rel="self">www.marginalialab.com</a>, at&eacute; a data-limite a ser definida. <br /><br /><br />EMENTA<br /><br />Oficina pr&aacute;tica direcionada a artistas, designers, desocupados criativos e demais interessados na teoria gambiol&oacute;gica. Ser&atilde;o desenvolvidos objetos de ilumina&ccedil;&atilde;o, utilit&aacute;rios, pe&ccedil;as decorativas e toys (interativos ou n&atilde;o) a partir de materiais reciclados, utilizando LEDs, mini circuitos de som, eletr&ocirc;nicos e muita improvisa&ccedil;&atilde;o. <br /><br />Gambiologia [gambiologia.net] sf 1 Eletr&ocirc;n Ci&ecirc;ncia da Gambiarra. 2 Pesquisa sobre pr&aacute;ticas de improviso e adapta&ccedil;&otilde;es de objetos na cultura popular. sm 3 Coletivo art&iacute;stico de Belo Horizonte que realiza obras art&iacute;sticas irreverentes relacionando gambiarras cotidianas com tecnologia anal&oacute;gica e digital. Os artefatos criados podem ser reconhecidos como eletr&ocirc;nicos, esculturas ou objetos decorativos.<br /><br />Carga hor&aacute;ria: 15h<br /><br />PROFESSORES<br /><br />FRED PAULINO &eacute; artista visual e designer, formado em Ci&ecirc;ncia da Computa&ccedil;&atilde;o (UFMG) e p&oacute;s-graduado em Arte Contempor&acirc;nea na Escola Guignard (UEMG). Realiza obras em m&iacute;dias diversas, desde experimenta&ccedil;&otilde;es gr&aacute;ficas, v&iacute;deo e interven&ccedil;&otilde;es urbanas at&eacute; eletr&ocirc;nica e programa&ccedil;&atilde;o de sistemas. Foi diretor criativo do Est&uacute;dio Osso e um dos fundadores do Coletivo Mosquito. &Eacute; colaborador do Graffiti Research Lab (EUA) e coordenador do seu n&uacute;cleo brasileiro, o GRL-BR. <br /><br />LUCAS MAFRA &eacute; designer de produto pela universidade FUMEC. &Eacute; hobbysta e autodidata em eletr&ocirc;nica h&aacute; mais de quinze anos. Projeta, desenha e constr&oacute;i produtos eletr&ocirc;nicos e lumin&aacute;rias a partir de materiais reciclados, e possui ampla experiencia na utiliza&ccedil;&atilde;o de LED&rsquo;s e em circuit bending. &Eacute; colaborador do Graffiti Research Lab Brasil.<br /><br /><br />P&Uacute;BLICO ALVO<br /><br />Interessados em arte e tecnologia em geral, curiosos, professores pardais, estudantes e profissionais das areas de artes, comunica&ccedil;&atilde;o, design, m&uacute;sica, arquitetura, computa&ccedil;&atilde;o, eletr&ocirc;nica e engenharias. No&ccedil;&otilde;es de eletr&ocirc;nica e design s&atilde;o muito benvindas.<br /><br /><br />MATERIAL DO ALUNO<br /><br />Levar sucatas (eletr&ocirc;nicas ou n&atilde;o) em geral, brinquedos velhos, adesivos, ferro de solda e outras ferramentas.<br /><br />]]></content:encoded></item><item><title>Slow blogging</title><dc:creator>raquelrenno@gmail.com</dc:creator><category>None</category><dc:date>2010-03-10T01:46:00-03:00</dc:date><link>http://www.raquelrenno.com/Usotopico/files/2010#unique-entry-id-12</link><guid isPermaLink="true">http://www.raquelrenno.com/Usotopico/files/2010#unique-entry-id-12</guid><content:encoded><![CDATA[Hi!<br />I&acute;ll be blogging daily from my Kilpiscope/blog, but don&acute;t get too used to this. I&acute;m a fan of the <a href="http://toddsieling.com/slowblog/?page_id=10" rel="self">slow blogging manifesto</a>: it happens when it happens. Also, comments are not allowed in my blog, so again, there&acute;s an opportunity to tell me to go to hell at the other blog. Just during a couple of weeks, be fast if you like it so much!]]></content:encoded></item><item><title>Residency at Kilpisj&#xe4;rvi - new blog</title><dc:creator>raquelrenno@gmail.com</dc:creator><category>None</category><dc:date>2010-03-08T08:25:26-03:00</dc:date><link>http://www.raquelrenno.com/Usotopico/files/2010#unique-entry-id-11</link><guid isPermaLink="true">http://www.raquelrenno.com/Usotopico/files/2010#unique-entry-id-11</guid><content:encoded><![CDATA[From now on I&acute;ll be posting directly from the  <a href="http://www.kilpiscope.net/residency/" rel="external">http://www.kilpiscope.net/residency/</a> blog, so you can follow my journal there. See you!]]></content:encoded></item><item><title>Snow storm in Kilpisj&#xe4;rvi</title><dc:creator>raquelrenno@gmail.com</dc:creator><category>None</category><dc:date>2010-03-08T07:48:33-03:00</dc:date><link>http://www.raquelrenno.com/Usotopico/files/2010#unique-entry-id-10</link><guid isPermaLink="true">http://www.raquelrenno.com/Usotopico/files/2010#unique-entry-id-10</guid><content:encoded><![CDATA[Today is snowing really hard, I&acute;ll spend some time cleaning the bicycle to go to the Biological station.  Is really beautiful how landscape change so quickly. Suddenly there are no mountains, just the shape of the cottages and the trees in a big white background. The weather yesterday was not so cold (about -5 and -7) and the snow texture was becoming harder and transparent. Fortunately with all the snow today we&acute;re going to have all covered in white again.<br /><img class="imageStyle" alt="" width="347" height="260" src="http://www.raquelrenno.com/Usotopico/files/page1_blog_entry10-pic_0014.jpg" /><img class="imageStyle" alt="" width="347" height="260" src="http://www.raquelrenno.com/Usotopico/files/page1_blog_entry10-pic_0016.jpg" /><br /><br />For those who asked me where exactly I was, there&acute;s a general map. Kilpisj&auml;rvi is near the Norwegian and Swedish borders. I&acute;ll go to the Norwegian border today or tomorrow, will be posting some pictures soon.<br /><img class="imageStyle" alt="" width="378" height="439" src="http://www.raquelrenno.com/Usotopico/files/page1_blog_entry10-kilpisjarvi.gif" />]]></content:encoded></item><item><title>2010&#x2c; new topic uses</title><dc:creator>raquelrenno@gmail.com</dc:creator><dc:subject>Usotopico</dc:subject><dc:date>2010-03-06T10:22:19-03:00</dc:date><link>http://www.raquelrenno.com/Usotopico/files/2010#unique-entry-id-9</link><guid isPermaLink="true">http://www.raquelrenno.com/Usotopico/files/2010#unique-entry-id-9</guid><content:encoded><![CDATA[Hi,<br />We begin the year of 2010 talking a bit about what I&acute;m doing at the moment. In the next days I&acute;ll be posting some info about the period I&acute;m staying as an artist and researcher in residency at the Bioart Society (The Biological Station) in Kilipisj&auml;rvi. This is the first day I&acute;m here alone, Erich Berger (the Ars Bioartica coordinator) was introducing me to some people here, all very nice, but he&acute;s gone. There&acute;s just one fish researcher beside my house and the city center (composed by a gas station and a supermarket) is 6 km away. Is really great to be here! Let me start with some pictures from the living room&acute;s window (sorry they are too blue, is just the hurry):<br /><br /><img class="imageStyle" alt="" width="347" height="260" src="http://www.raquelrenno.com/Usotopico/files/page1_blog_entry9-pic_0011.jpg" /><img class="imageStyle" alt="" width="347" height="260" src="http://www.raquelrenno.com/Usotopico/files/page1_blog_entry9-pic_0013.jpg" /><br /><br />Well, in the next days I&acute;ll be doing some travelling and recording and most likely telling more interesting things.]]></content:encoded></item><item><title>Fernando Llanos&#x2c; reflejos compartidos</title><dc:creator>raquelrenno@gmail.com</dc:creator><category>None</category><dc:date>2009-10-20T10:25:27-02:00</dc:date><link>http://www.raquelrenno.com/Usotopico/files/2009#unique-entry-id-8</link><guid isPermaLink="true">http://www.raquelrenno.com/Usotopico/files/2009#unique-entry-id-8</guid><content:encoded><![CDATA[<br /><img class="imageStyle" alt="" width="180" height="271" src="http://www.raquelrenno.com/Usotopico/files/page1_blog_entry8-2008-fernando-llanos-10.img_assist_custom.jpg" /><br /><br />Aprovecho la entrevista reci&eacute;n publicada en el blog <a href=" http://www.we-make-money-not-art.com/archives/2009/10/-hope-youre-having.php" rel="self">We Make Money Not Art</a>, con Fernando Llanos para indicar a todos que conozcan el trabajo de este artista mexicano. Es un ejemplo de propuestas que trabajan en distintas direcciones, principalmente el video.  Llanos asume el momento en el que estamos como potencial creativo, recupera por ejemplo la idea de que la ciudad es vivida a traves de im&aacute;genes (con nuestras c&aacute;maras de movil, los outdoors, las pantallas) y ofrece desde ah&iacute; una idea de reflexi&oacute;n o mismo de desnaturalizaci&oacute;n de los media a partir de los propios media. La entrevista ofrece un breve recorrido por sus proyectos pasados y actuales, permitiendo percibir como desde ideas aparentemente muy sencillas, bien humoradas, casi ing&eacute;nuas por veces, se ocultan conceptos profundos y provocadores. Llanos no tiene miedo de jugar con lo m&aacute;s habitual de nuestra cultura medi&aacute;tica para desarrollar propuestas sorprendentes y personales. La sensaci&oacute;n que se tiene es un poco como estar en la piel del personaje del libro Uno, Ninguno y Cien Mil de Pirandello, que ve el mundo de un modo completamente distinto despu&eacute;s de una banal observaci&oacute;n sobre su nariz mientras se mira en el espejo. Acompa&ntilde;ar a su trabajo es como mirar de modo nuevo nuestro cotidiano y eso, hoy en d&iacute;a, es algo raro.]]></content:encoded></item><item><title>Louis Bec&#x2c; zoosist&#xe9;mico</title><dc:creator>raquelrenno@gmail.com</dc:creator><category>None</category><dc:date>2009-10-06T19:43:08-02:00</dc:date><link>http://www.raquelrenno.com/Usotopico/files/2009#unique-entry-id-7</link><guid isPermaLink="true">http://www.raquelrenno.com/Usotopico/files/2009#unique-entry-id-7</guid><content:encoded><![CDATA[<img class="imageStyle" alt="" width="152" height="161" src="http://www.raquelrenno.com/Usotopico/files/page1_blog_entry7-bec_photo.png" /><br /><br />Hablar de Louis Bec es siempre dif&iacute;cil, ya que para m&iacute; es la concreci&oacute;n de un saber sist&eacute;mico y radical que he visto personalmente en investigadores como Amalio Pinheiro, Manuel Delgado o Etienne Delacroix. Menciono los nombres porque no son muchos, la verdad. Y todos tienen en com&uacute;n que sus ideas se transforman muy facilmente en slogans ya que susu ideas son consideradas "pocos usuales". En este video podr&eacute;s conocer un poco de la idea de Louis Bec, que ha pasado hace poco al evento Certesa Simulada del Centro d`Arts Santa Monica. Son personas que nos hacen emocionar con sus ideas.Y si podeis tener contacto con sus planteamientos sabr&aacute;n que no se trata de una simple confesi&oacute;n personal.  En el enlace podeis conocer un poco de sus ideas, que reproduzco parcialmente en traducci&oacute;n libre (Louis no habla ingl&eacute;s porque no le gusta idiomas "directos y sin muchas posibilidades de ambiguedades&rdquo;, por eso habla arabe, griego, franc&eacute;s pero no "english"):<br /><br /><em>&ldquo;La visi&oacute;n que una persona con deficiencia tiene del tiempo y espacio, ya que nunca ha vivido el mundo como nosotros, es distinta de la nuestra. Esto propone una problematica muy relacionada a las artes. M&aacute;s all&aacute; de la exploraci&oacute;n de espacios extremos como las profundidades del mar o el espacio relativo fuera de nuestro globo, tenemos al lado de nosotros la posibilidad de visi&oacute;n de un nuevo espacio,  que es como ellos perciben nuestro entorno. <br /></em><em><br /></em><em>Las herramientas tecnologicas ofrecen un espacio que no es un espacio art&iacute;stico en terminos tradicionales, ni pict&oacute;rico, tampoco psicanal&iacute;tico, sino que es un espacio donde la atenci&oacute;n de las personas es convocada a una dualidad donde hay la emoci&oacute;n, combinada con la cognici&oacute;n, una combinaci&oacute;n que se espera pero no termina de llegar. En la fisica cualitativa empezamos a trabajar con esta cuesti&oacute;n (donde se puede manipular los par&aacute;metros de modo a crear la casualidad, el accidente, m&aacute;s all&aacute; de lo que conocemos como normal). Estamos ahora en un momento de pensar un espacio de emoci&oacute;n, cognici&oacute;n y al mismo tiempo de lanzarnos a un nuevo espacio, es decir, basicamente estamos en un ambiente artistico&rdquo;.</em><br /><br />El video est&aacute; en: <br /><br /><a href="http://www.crdp-limousin.fr/Seminaire-Nouveaux-outils-nouveaux.html">http://www.crdp-limousin.fr/Seminaire-Nouveaux-outils-nouveaux.html</a><br />Update: o v&iacute;deo aparentemente est&aacute; fora do ar, lhes recomendo outro ainda que com a irritante tradu&ccedil;&atilde;o consecutiva em ingl&ecirc;s: <a href="http://vimeo.com/5181492" rel="self">http://vimeo.com/5181492</a>]]></content:encoded></item><item><title>Mem&#xf3;ria artificial e mem&#xf3;ria natural</title><dc:creator>raquelrenno@gmail.com</dc:creator><dc:subject>Usotopico</dc:subject><dc:date>2009-06-13T16:02:14-02:00</dc:date><link>http://www.raquelrenno.com/Usotopico/files/2009#unique-entry-id-2</link><guid isPermaLink="true">http://www.raquelrenno.com/Usotopico/files/2009#unique-entry-id-2</guid><content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><span style="font-size:95%;"><span style="font-family:trebuchet ms;">Segundo Flusser, possu&iacute;mos uma mem&oacute;ria gen&eacute;tica e cultural e existe no homem uma constante busca de transmiss&atilde;o e principalmente preserva&ccedil;&atilde;o dessas mem&oacute;rias, o que contraria como se sabe a tend&ecirc;ncia a entropia (segunda lei da termodin&acirc;mica que fala da tend&ecirc;ncia dos corpos em dispersarem energia). Desse modo, os seres vivos vivem constante rela&ccedil;&atilde;o, mas culturalmente tamb&eacute;m em oposi&ccedil;&atilde;o &agrave; natureza f&iacute;sica ou mesmo biol&oacute;gica. Desse modo, o homem pode ser considerado antibiol&oacute;gico e esse paradoxo &eacute; tema de constantes discuss&otilde;es.</span></span>

<span style="font-size:95%;"><span style="font-family:trebuchet ms;">At&eacute; ent&atilde;o a mem&oacute;ria gen&eacute;tica interferia diretamente na cultural, mas o oposto n&atilde;o era necessariamente verdadeiro; vislumbra-se com a biotecnologia uma possibilidade de altera&ccedil;&atilde;o dessa rela&ccedil;&atilde;o, onde a cultura pode vir a interferir no gen&eacute;tico/biol&oacute;gico; isso coloca quest&otilde;es art&iacute;sticas em novos campos. Ainda segundo Flusser, a mem&oacute;ria gen&eacute;tica &eacute; dur&aacute;vel mas pouco confi&aacute;vel (sujeita a muta&ccedil;&otilde;es e evolu&ccedil;&otilde;es, o que n&atilde;o deixa de ser uma forma de abertura do c&oacute;digo de informa&ccedil;&atilde;o); a mem&oacute;ria cultural &eacute; pouco dur&aacute;vel e pouco confi&aacute;vel, isto &eacute;, sujeita a esquecimento e deforma&ccedil;&atilde;o. Nisso as novas tecnologias podem representar um passo decisivo em dire&ccedil;&atilde;o ao desenvolvimento de suportes mais dur&aacute;veis e mais confi&aacute;veis. Dentro dessa id&eacute;ia podemos adicionar o pensamento de Stelarc quando ele diz que o corpo &eacute; obsoleto:
<blockquote></blockquote><blockquote><span style="font-size:85%;">&ldquo; &Eacute; hora de questionarmos se um corpo b&iacute;pede que respira com vis&atilde;o binocular e um c&eacute;rebro de 1400 cc &eacute; uma forma biol&oacute;gica adequada (...) n&atilde;o se trata mais de uma quest&atilde;o de perpetuar a esp&eacute;cie humana por meio da reprodu&ccedil;&atilde;o, mas de melhorar o indiv&iacute;duo por meio de seu redesenho. S&oacute; ap&oacute;s a tomada de consci&ecirc;ncia de sua obsolesc&ecirc;ncia permitir&aacute;</span><span style=";font-size:85%;" >  </span><span style="font-size:85%;">a estrutura&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias p&oacute;s-evolutivas.&rdquo; (tradu&ccedil;&atilde;o livre a partir do original em &ldquo;prostetics, robotics, remote existence: postevolutionnary strategies&rdquo; In: Leonardo, vol.24, n.5, 1991)</span></blockquote><o:p></o:p></span></span><p></p>  <span style="font-size:95%;"><span style="font-family:trebuchet ms;">Para Stelarc, a arte passa a ser o principio b&aacute;sico da evolu&ccedil;&atilde;o. Dessa forma, imediatamente se coloca a pergunta sobre o que se quer dizer com arte atualmente &ndash; Stelarc coloca em discuss&atilde;o o futuro da arte ao colocar a &ldquo;arte como o futuro.&rdquo;</span></span>
<span style="font-size:95%;">
<span style="font-family:trebuchet ms;">Fragmento da apresenta&ccedil;&atilde;o de Stelarc no evento Mutamorphosis em Praga, 2007</span></span>
</div>
<object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_pu-i0sXcWo&amp;hl=es&amp;fs=1"><param name="allowFullScreen" value="true"><param name="allowscriptaccess" value="always"><embed src="http://www.youtube.com/v/_pu-i0sXcWo&amp;hl=es&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object>
<blockquote></blockquote><blockquote></blockquote><blockquote></blockquote>]]></content:encoded></item><item><title>Alejo Carpentier e o conceito de mesti&#xe7;agem</title><dc:creator>raquelrenno@gmail.com</dc:creator><dc:subject>Usotopico</dc:subject><dc:date>2009-05-12T15:38:29-02:00</dc:date><link>http://www.raquelrenno.com/Usotopico/files/2009#unique-entry-id-0</link><guid isPermaLink="true">http://www.raquelrenno.com/Usotopico/files/2009#unique-entry-id-0</guid><content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><span style="font-size:95%;"><span style="font-family:trebuchet ms;">Confundir o acesso aos suportes de tecnologia de ponta com a capacidade de cria&ccedil;&atilde;o nos meios digitais pode levar a uma an&aacute;lise equivocada das possibilidades e caminhos abertos em distintos contextos socioecon&ocirc;micos e geogr&aacute;ficos, opondo as no&ccedil;&otilde;es de "centro" e "periferia", de "cultura erudita" e "cultura popular" que n&atilde;o d&atilde;o conta das rela&ccedil;&otilde;es que ocorrem atualmente no &acirc;mbito da comunica&ccedil;&atilde;o e arte nos meios digitais.</span></span>
</div><span style="font-size:95%;"><span style="font-family:trebuchet ms;">O escritor Alejo Carpentier em entrevista para a TVE nos fala do conceito de mesti&ccedil;agem usando exemplos na arquitetura e literatura e relacionando a hist&oacute;ria da civiliza&ccedil;&atilde;o com a id&eacute;ia de cruzamentos e converg&ecirc;ncias (n&atilde;o sem conflitos) que s&atilde;o respons&aacute;veis pela gera&ccedil;&atilde;o de uma cultura complexa que permite compreender o contexto dos meios digitais de modo mais amplo.</span></span>

<p><span style="font-size:95%;"><span style="font-family:trebuchet ms;">Parte da entrevista pode ser vista aqui:</p>
</span><span style="font-family:trebuchet ms;"> <object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/fDER4JgWX3g&amp;hl=es&amp;fs=1"><param name="allowFullScreen" value="true"><param name="allowscriptaccess" value="always"><embed src="http://www.youtube.com/v/fDER4JgWX3g&amp;hl=es&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object>


</span></span>
</div><span style="font-size:95%;"><span style="font-family:trebuchet ms;">O download da entrevista completa (1h30min de dura&ccedil;&atilde;o) pode ser feito atrav&eacute;s do blog <a href="http://apirronarse.com.ar/alejo-carpentier/">Apirronarse</a>.</span></span></span>]]></content:encoded></item></channel>
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